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sexta-feira, agosto 13

Exposição Colectiva - Diferentes Olhares


Exposição Colectiva
Diferentes Olhares
Pintura - Fotografia


quinta-feira, julho 22

Os Caminhos de Santiago - ItinereStellae






Os Caminhos de Santiago

EXPOSIÇÃO ITINERANTE INTERNACIONAL ItinereStellae

Galeria Geraldes da Silva

23 Julho a 6 Agosto

Pintura – Escultura – Fotografia - Poesia


sexta-feira, junho 18

Exposição Colectiva-Alunos Atelier Pintura


Alunos do Atelier

Afonso Miguel Pereira da Silva

Aida Topete
Alberto Cardoso
Ana da Silva Monteiro
Ana Raquel Faria
Arminda do Céu Rey Esteves
Armindo Lopes Lima
Berta Sofia Salgueiral Gomes Campilho
Catarina Sousa
Diana Silva
Dina Magalhães
Edite Cau
Ivone Mafra Oliveira Santos Silva
Joana Filipa Cabral Barbosa
José Armando Fonseca

José Carlos Taveira Figueiredo Simões
José da Conceição Diogo
José Manuel Fernandes Fonseca
Luísa Maria Sousa Bastos da Cruz
Lurdes do Carmo Moreira Monteiro
Flávia Santiago
João Dias
Marco António da Graça Vargas
Maria Adélia Magalhães Pilar Cardoso
Maria Carolina Castro
Maria Cecília Camões Fernandes
Maria Celeste Gonçalves Correia
Maria da Conceição Andrade Gomes Pina
Maria Deolinda Ferreira Ricardo
Maria Helena Gabriel Reis
Maria João Vilas Alves
Maria Júlia Lima Afonso Alves
Maria Madalena Dias Ribeiro
Maria Manuela Amaro Guedes
Marta Sofia Fernandes de Pinho Teixeira
Mavilde Geraldes
Mónica Maria Conceição Vieira
Noémia Maria Carvalho Pinto
Olívia Fernanda Teixeira Sampaio
Otília Gaspar da Silva Neto
Rita Sofia Curopos Cunha
Teresa Leitão
Vicente António da Silva Lopes
Virgínia Armanda Andias M. Ferreira

quarta-feira, junho 2

PHOTOGRAFICINA



Apresentação
Dia 5 de Junho
Galeria Geraldes da Silva

Realização
- Diana Coutinho
- Joana Nogueira
- Lurdes Monteiro
- Mónica Silva
- Rita Cunha
- Sofia Magalhães
- Susana Mendes

Produção - Disciplina Área de Projecto 12º

Direcção - Professor Alberto Valente


Escola Secundária Aurélia de Sousa



quinta-feira, novembro 12

Exposições de Pintura / Escultura

A Direcção da Galeria Geraldes da Silva, e os artistas Fernando Martins, Armando Martínez e Antonio López Cerezo convidam Vª Ex.ª, família e amigos para as Exposições Individuais de Pintura e Escultura, cujas inaugurações terão lugar, em simultâneo, nas instalações da Galeria Geraldes da Silva na Rua de Santo Ildefonso, 225/229, no dia 14 de Novembro de 2009 (sábado) pelas 17H00.



ANTONIO LOPÉZ CEREZO (Pintor e Arquitecto)

Cresceu com leite e óleos quase em partes iguais, formou-se entre ateliês de diversos artistas, gabinetes de arquitectos, a escola de Belas Artes de Madrid e a Escola Técnica Superior de Arquitectura, também de Madrid, onde se formou como arquitecto.

Desde o seu começo obteve distintos prémios e galardões, tanto em pintura como arquitectura (Círculo de Belas Artes – Monumento à Paz – Galeria Abril, Galeria Ansorena e Bienais Universitárias entre outros).

As suas últimas exposições individuais foram em Madrid : Galeria COAM (2005), e Centro Árabe-Sírio (2008) ; colectivas : Galeria Ángeles Penche (Madrid 2007), GóisArte (Portugal 2007,2008 e 2009), Oroso Artes (Galiza 2007 e 2008) e convidado no II Salão Internacional de Artes Plásticas (São João da Madeira 2009) e pela AAAGP (Associação de Amizade e das Artes Galego-Portuguesa) em “Toxos e Flores” Ferrol (Corunha).

Actualmente expõe em DadoDadá Club de Jazz (S. de Compostela) e prepara uma exposição para Madrid.

Durante os últimos anos, a sua actividade profissional densenrolou-se entre o seu gabinete de pintura e desenho, a preparação de alunos de belas artes e arquitectura, distintas colaborações em projectos arquitectónicos e o desenrolar do seu “ diko-mou”, a sua obra própria.


ARMANDO MARTÍNEZ (Escultura)

Nasceu em Hermida, na província de Pontevedra em 1955.

Aos 23 anos vem para Portugal, residindo em Coimbra durante ano e meio. Aí começa a trabalhar a Madeira, tendo sido apoiado por alguns amigos portugueses. Parte depois para Barcelona, Paris e Itália, reside durante 3 anos na Reggio Emilia e nesta cidade começa a ver o seu trabalho reconhecido.

Actualmente vive em Vigo depois de algum tempo em Edimburgo. Fez exposições individuais em Portugal, Espanha, Itália e está respresentado em vários museus de Itália e Portugal. O seu nome encontra-se referenciado numa imensa bibliografia.

(…) a dureza do granito ou a macieza da Pedra de Ançã e da Madeira, mais não são que pré-textos onde Armando Martinez inscreve com precisão e obstinação um texto com as regras essenciais da sua gramática escultórica… Os seus trabalhos, geralmente, sao esculpidos no local onde vao ficar. A pedra é colocada em bruto e, a partir de esboços, a obra surge depois de dias, semanas e até meses de labor, no local e ao vivo. Martinez é o escultor galego com mais obras em espaços públicos em Portugal.


FERNANDO MARTINS (Pintura / Escultura / Cerâmica)

- Nasce em Vale de Canas, Coimbra em Fevereiro de 1957

- Expõe regularmente desde 1986:
* Portugal, Espanha, Bélgica, Holanda, Escócia.

- Escultura Monumental:
- Miranda do Corvo (2); Coimbra; Oliveira de Azeméis (co-aut.); Barreiro; Loriga; Alvoco da Serra; Penha Garcia; Massamá, Sintra (Portugal). Pontevedra; Sigueiro-Santiago de Compostela; Tui (Espanha);

Colaborações:
-Monum. Inês de Castro-Montemor-o-Velho
-Monum. Solidariedade-Góis
-Monum. Cabouqueiro-Ataíja de Cima.

- Painéis de Azulejo em diversas instituições públicas;

- Capas para edições literárias;

- Guarda-roupa e adereços para produções teatrais.

sexta-feira, julho 3

Exposição de Pintura & Escultura "Factory"

Exposição d e Pintura & Escultura

FACTORY by L’Agenzia di Arte

De 04 a 31 de Julho 2009






terça-feira, março 3

Pool Art Fair_Exposição Colectiva de Arte Espanhola

Pool Art Fair

Exposição Colectiva de Arte Espanhola
de 02 a 28 Março 2009












segunda-feira, outubro 6

Exposição de Pintura: Zé Neto, Antonieta Castro & Jorgemiguele

Convite
Os artistas e a Direcção da Galeria Geraldes da Silva convidam V.ª Exc.ª, família e amigos a visitarem a inauguração desta Mega Exposição, no dia 11 de Outubro pelas 17h.
De 11 Outubro a 06 Novembro

Zé Neto (1º Piso)

Antonieta Castro (R/ch)


Jorgemiguele (2º Piso)


Sobre os Artistas:

Zé Neto: O autor diz não se sensibilizar com a representação do visível, a bem do seguimento dos estilos - segundo as categorias e cronologias da História da Arte. Isso no seu entender exterioriza a humana “ilusão do querer”. Em alternativa importa-lhe pensar e plasmar no suporte a espontaneidade epistemo/ontológica que o espírito humano sente e pensa, como resultado da sua relação dinâmica com os sentidos. Para lá da convenção (pela apercepção da irrepetibilidade de cada momento/acontecimento) pretende explorar a estranheza psicológica advinda do espanto da irref(v)erência criativa. Assim apresenta algumas soluções que podem ser carinhosamente (ou não) entendidas como “empecilhos culturais”. Tal sentimento deve ser superado pela análise do pormenor. É que à imagem da nossa contemporaneidade globalizada, em primeiro lugar surge-nos a sensação de entropia informativa e é (a posteriori) nessa realidade, que a mente se organiza e busca o equilíbrio do seu mundo peculiar. Zé Neto entendo que a arte - como experiência fundamental - deve reflectir os processos da sua época. A essa atitude da consciência chama: arte contemporânea.
.
Antonieta Castro: Se aguarela é transparência, as aguarelas de Antonieta Castro buscam exactamente a desconstrução da opacidade: as suas paisagens são brumas de cores, as suas figuras levitam, desenham atitudes de leveza. Por vezes, é apenas uma mancha de cores que toma conta do espaço, como um foco de energia que brota de um ponto e que cresce, à imagem do próprio Espaço, do qual somos ínfimas partículas. A energia que salta das aguarelas da Antonieta Castro é sempre positiva, é sempre solar, não fosse ela uma africana, moldada pelas cores da terra das savanas, pelo sol dos trópicos e pelas brisas do Índico.
MANUELA OLIVEIRA 3 de Dezembro de 2007
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Jorgemiguele: Nasceu , a 1 de Novembro 1962 , natural de S.J.Madeira .Desde cedo que se interessou pelas Artes, mas só em 1980 passou a frequentar o Atelier de Pintura do Mestre Alfredo Silva , onde inicia a sua actividade de pintor , a partir dai vê na pintura uma forma de passar uma mensagem de alerta sobre as atrocidades a que este Mundo está sujeito.Numa procura incessante de novas técnicas e estilos, continuará sempre a tentar descobrir a melhor forma de tocar nos sentimentos de cada pessoa que aprecie a sua obra e convicto de que a Arte é um bom meio para o fazer. Membro da ANAP.

terça-feira, março 11

Exposição «Origem e Destino» de 07 a 27 Março 2008

A Direcção da Galeria Geraldes da Silva e a FinArtGallery, convidam Vª Ex.ª, família e amigos a visitarem a Exposição de Pintura, Escultura e Fotografia «Origem e Destino» que estará patente na Galeria Geraldes da Silva, de 07 a 27 Março 2008

Rua Santo Ildefonso, 225/229
4000 – 470 Porto
(Entre o Largo do Padrão e a Praça dos Poveiros. Perto do Coliseu do Porto)
(between Largo do Padrão and Praça dos Poveiros. Close to the Oporto Coliseum)

Tel. 968 999 197 / 223 403 906

Horário: Segunda-feira a Sábado – 10h às 13h e 14h30 às 19h
(Opening hours – Monday to Saturday- from 10am to 1pm and 2:30pm to 7pm)

E-mail:
geral@geraldesdasilva.com

quarta-feira, outubro 31

Exposição de Pintura Luso-Brasileira

Artistas Presentes:

Adriana de Castro

Christiano Cabrera

Cristiana de Freitas

Dacha

Eusanete Sant Anna

Fernando Feierabend

João Dias

Kelva

Marcelo Simioni

Márcio Schiaz

Maria Lucia Panicucci

Mariluci Jung

Marize Bodini

Norma Vilar

Renata Meirelles

Sonia de Abreu

Theresa Neves


Wall Veloso

segunda-feira, junho 4

Exposição de Pintura Luso-Brasileira com Carlos Inácio e Erisson «Uma Expressão Viva do Grito Vital do Ser Humano»





Se o “fim oficial” da Idade Média termina com o século XV (1492 ?), de facto ela prolonga-se pelo século XVIII e XIX. Do ponto de vista da economia, da vida social, da política e quiçá da arte, nada de fundamental mudou até ao período contemporâneo.
Se do ponto de vista económico tudo continua a epicentrar-se na agricultura, do ponto de vista social mantém-se um sistema hierárquico em que a nobreza ocupa o topo da pirâmide. No que diz respeito à ordem política continua a vigorar o sistema teocrático das monarquias. É certo que a arte e a cultura dos séculos XV e XVI assistiram a mudanças profundas mas de todo radicais.
No essencial a arte e a cultura moderna são uma cópia fiel ou idealizada da observação da natureza. O re/nascimento humanista e naturalista, a invenção da imprensa escrita, os descobrimentos de novos mundos, a cisão religiosa da cristandade (reforma / contra-reforma) se bem que muito importantes, será que são factores suficientemente relevantes para redefinir um novo período? No dizer do historiador medievalista já octogenário Jacques Le Goff, o fenómeno verdadeiramente determinante e que emerge no século XVIII, fruto da Revolução Industrial (Inglaterra) e da revolução político-ideológico-filosófica (Revolução Francesa) é a ascensão do ateísmo e o crescimento de indiferença relativamente à religião.
Após a Revolução Francesa a palavra Arte adquire um significado diferente. A história da arte que até aqui era a história dos mestres de maior êxito e mais bem pagos, de que hoje nem os principais nomes conhecemos, passou a ser a história de um punhado de homens solitários, marginais, que tiveram a coragem e a persistência de questionar os academismos e formalismos de que era prisioneira. A nova arte é uma anti-arte, um protesto contra as convenções do passado e um manifesto sempre, sempre renovado da tradição do novo. Como predizia Nietzsche (1844 – 1900) na introdução ao O Anti-Cristo impunha-se uma nova visão do mundo: “ouvidos novos para música nova; olhos novos para ver o que está mais longe; uma consciência nova para verdades mudas até agora, e a vontade para a economia do grande estilo (…) a liberdade absoluta com respeito a si.”
Se toda a obra de arte é uma resposta a um problema, qual a questão, qual o problema com que os movimentos de vanguarda se debatiam? A arte ocidental nos fins do século XIX está perante um impasse, um problema. Qual? Como chegar a uma verdade mais profunda, mais simples, mais verdadeira, mais genuína, mais pura se todos os movimentos e tendências artísticas de momento tinham o mesmo denominador comum: rejeitara a arte como imitação ou aparência da natureza?
O movimento de vanguarda iniciado nos fins do século XIX e inícios do século XX a que impropriamente chamam de “arte moderna” caracteriza-se essencialmente por um processo radical de des/construção da cultura europeia e ocidental com todo o potencial de des/estruturação das nossas sociedades. Na base da revolta irracionalista contra a razão ocidental, está no dizer premonitório de Nietzsche o racionalismo dogmático da cultura europeia. Dionísio opõe-se naturalmente a Apolo, a cor ao desenho, o escravo ao senhor, tal como o irracional ao racional.
Muitas são as formas que esta revolta reveste. O movimento expressionista que encontrou solo fértil na Alemanha, é sem qualquer dúvida uma das mais significativas. Partindo do pressuposto de que a insistência da arte europeia na harmonia, beleza e polimento nascera da recusa em ser sincero, os expressionistas defendiam abertamente a necessidade de enfrentar os factos nus e crus da existência humana expressando através de sentimentos fortes a sua compaixão pelos deserdados da sorte, pela fealdade da vida real. Como dizia Nietzche “cumpre ser íntegro até à dureza nas coisas do espírito para poder suportar a minha seriedade e a minha paixão.” (…)
O importante da arte não era já a imitação da natureza, a precisão do desenho, a beleza natural ou ideal, mas a força e a expressão pura de sentimentos pela escolha de linhas, cores e movimentos, só aparentemente desgraciosos e desarmoniosos, o retorno à pureza da arte primordial e autêntica, o reencontro com a simplicidade e espontaneidade auto-expressiva da arte infantil e primitiva. O seu compromisso com o lado negro da vida foi tal que se tornou quase um ponto de honra dos expressionistas pintar feio, evitando qualquer detalhe de sugestões de beleza formal.
A exposição luso-brasileira patente na Galeria Geraldes da Silva – Porto, de 2 a 22 de Junho de 2007, dos pintores Erisson (Natal – Brasil) e de Carlos Inácio (Porto) são a expressão viva do grito vital do ser humano. A força expressiva das suas obras é evidente. Se o Erisson se afirma mais na vertente de um expressionismo gestual de linhas, movimentos e formas livres e espontâneas quase infantis, a pintura a óleo de Carlos Inácio é um exemplo vivo de um expressionismo existencialista. Se um transborda numa espontaneidade quase surrealista, o outro dilacera-se até à exaustão no toque e retoque de linhas, formas e cores. Duas formas diferentes de atingir o mesmo objectivo.

Porto, 11 de Maio de 2007
Abílio Afonso Ferreira
Prof. de Estética