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sábado, outubro 30

Butcheca António Dias


Galeria Geraldes da Silva tem o prazer de o convidar a participar na inauguração da exposição
“Universidade da Rua” do artista plástico moçambicano Butcheca
e a exposição simultânea “Poetas Visitados”de António Dias.
Sábado dia 30 de Outubro às 17:00
As exposições estarão patentes ao público até 26 de Novembro
de segunda a Sábado das 10:00 às 13:00 e das 14:30 às 19:00








sábado, outubro 2

Exposição Itinerante "SURREATECA, Chavetas de Chaviera" de José A. Nunes

A Galeria Geraldes da Silva tem o prazer de o convidar a participar na inauguração da exposição itinerante do artista plástico, José A. Nunes intitulada “ SURREATECA - Chavetas de Chaviera” que se realiza na Galeria Geraldes da Silva, Rua St. Ildefonso nº 225/229 Porto, no próximo dia 02 de Outubro pelas 17:00.
A Exposição Integrada no Surrealismo Itinerante SURREATECA estará patente ao público até 29 de Outubro de segunda a Sábado das 10:00 às 13:00 e das 14:30 às 19:00.


quinta-feira, novembro 12

Exposições de Pintura / Escultura

A Direcção da Galeria Geraldes da Silva, e os artistas Fernando Martins, Armando Martínez e Antonio López Cerezo convidam Vª Ex.ª, família e amigos para as Exposições Individuais de Pintura e Escultura, cujas inaugurações terão lugar, em simultâneo, nas instalações da Galeria Geraldes da Silva na Rua de Santo Ildefonso, 225/229, no dia 14 de Novembro de 2009 (sábado) pelas 17H00.



ANTONIO LOPÉZ CEREZO (Pintor e Arquitecto)

Cresceu com leite e óleos quase em partes iguais, formou-se entre ateliês de diversos artistas, gabinetes de arquitectos, a escola de Belas Artes de Madrid e a Escola Técnica Superior de Arquitectura, também de Madrid, onde se formou como arquitecto.

Desde o seu começo obteve distintos prémios e galardões, tanto em pintura como arquitectura (Círculo de Belas Artes – Monumento à Paz – Galeria Abril, Galeria Ansorena e Bienais Universitárias entre outros).

As suas últimas exposições individuais foram em Madrid : Galeria COAM (2005), e Centro Árabe-Sírio (2008) ; colectivas : Galeria Ángeles Penche (Madrid 2007), GóisArte (Portugal 2007,2008 e 2009), Oroso Artes (Galiza 2007 e 2008) e convidado no II Salão Internacional de Artes Plásticas (São João da Madeira 2009) e pela AAAGP (Associação de Amizade e das Artes Galego-Portuguesa) em “Toxos e Flores” Ferrol (Corunha).

Actualmente expõe em DadoDadá Club de Jazz (S. de Compostela) e prepara uma exposição para Madrid.

Durante os últimos anos, a sua actividade profissional densenrolou-se entre o seu gabinete de pintura e desenho, a preparação de alunos de belas artes e arquitectura, distintas colaborações em projectos arquitectónicos e o desenrolar do seu “ diko-mou”, a sua obra própria.


ARMANDO MARTÍNEZ (Escultura)

Nasceu em Hermida, na província de Pontevedra em 1955.

Aos 23 anos vem para Portugal, residindo em Coimbra durante ano e meio. Aí começa a trabalhar a Madeira, tendo sido apoiado por alguns amigos portugueses. Parte depois para Barcelona, Paris e Itália, reside durante 3 anos na Reggio Emilia e nesta cidade começa a ver o seu trabalho reconhecido.

Actualmente vive em Vigo depois de algum tempo em Edimburgo. Fez exposições individuais em Portugal, Espanha, Itália e está respresentado em vários museus de Itália e Portugal. O seu nome encontra-se referenciado numa imensa bibliografia.

(…) a dureza do granito ou a macieza da Pedra de Ançã e da Madeira, mais não são que pré-textos onde Armando Martinez inscreve com precisão e obstinação um texto com as regras essenciais da sua gramática escultórica… Os seus trabalhos, geralmente, sao esculpidos no local onde vao ficar. A pedra é colocada em bruto e, a partir de esboços, a obra surge depois de dias, semanas e até meses de labor, no local e ao vivo. Martinez é o escultor galego com mais obras em espaços públicos em Portugal.


FERNANDO MARTINS (Pintura / Escultura / Cerâmica)

- Nasce em Vale de Canas, Coimbra em Fevereiro de 1957

- Expõe regularmente desde 1986:
* Portugal, Espanha, Bélgica, Holanda, Escócia.

- Escultura Monumental:
- Miranda do Corvo (2); Coimbra; Oliveira de Azeméis (co-aut.); Barreiro; Loriga; Alvoco da Serra; Penha Garcia; Massamá, Sintra (Portugal). Pontevedra; Sigueiro-Santiago de Compostela; Tui (Espanha);

Colaborações:
-Monum. Inês de Castro-Montemor-o-Velho
-Monum. Solidariedade-Góis
-Monum. Cabouqueiro-Ataíja de Cima.

- Painéis de Azulejo em diversas instituições públicas;

- Capas para edições literárias;

- Guarda-roupa e adereços para produções teatrais.

quinta-feira, outubro 1

Exposição de Pintura - "Ditos Populares" - Ricardo Passos


“(...) Portugal tem uma longa tradição de ditos e provérbios populares. Passos não é indiferente a esta realidade, abordando-a com ironia e humor, transportando os provérbios para os seus significados literais, despindo-os das suas metáforas originais, mas carregando-os de novos significados.
A cara de um é o focinho do outro, por exemplo, mostra-nos, de um modo cortante, o ridículo da expressão em que um focinho de porco toma o lugar de um nariz. Deste modo, recorrendo ao absurdo, o artista questiona e leva-nos a questionar a validade dos provérbios populares.
A coerência visual é tão importante como a coerência conceptual no trabalho de Ricardo Passos. Nesta exposição apercebemo-nos da ironia, do humor e da crítica social que caracterizam todo o seu trabalho.”
Luísa Santos,Curadora

http://ricardopassos.blogspot.com/

Rua Santo Ildefonso, 225/229
4000-470 Porto (Perto do Coliseu – Entre o Largo do Padrão e Praça dos Poveiros)

Horário: 2ªf a Sábado – 10h às 13h e 14h30 às 19h
Contacto: 222 013 142 / 965 553 636
Para mais informações, envie-nos um e-mail para:
geral@geraldesdasilva.pt

sexta-feira, julho 3

Exposição de Pintura & Escultura "Factory"

Exposição d e Pintura & Escultura

FACTORY by L’Agenzia di Arte

De 04 a 31 de Julho 2009






quarta-feira, abril 29

JAYR PENY COM - VIDA

JAYR PENY - OBRA RECENTE
Pintura, Desenho e Cerâmica
02 a 30 de Maio 2009

"BRINCOS DE PÉROLAS" Acrílico sobre Tela 100x120cm 2009

Curriculum - Nasceu em 12 de Maio de 1965 na cidade de Natal, Estado do Rio Grande do Norte, Brasil.Iniciou a sua carreira profissional como Artista Plástico em 1981.Sua formação inclui; Universidade Federal do Rio Grande do Norte (Pintura) e Escola de Artes Plásticas Atelier Central (Desenho Artístico).Reside em Portugal (concelho de Sintra) desde 1996, onde vem consolidando seu nome e sua Arte.Já realizou 48 exposições individuais. A sua Obra está representada em Museus, colecções particulares e públicas nos seguintes países: Brasil,(Col. Jô Soares) Portugal (Col. Jorge Berardo , (Col. Museu de arte Contemporânea do Funchal), Alemanha, Austrália, Inglaterra, França, (Col. Museu Marzelles) Itália, (Col. Museu Gilardi) Córsega e nos Estados Unidos da América. Jayr Peny é considerado hoje um dos artistas mais promissores da sua geração.


Crítica -

- GEOMÉTRICO-FIGURATIVÍSTA -
Pintor é um Homem que compreende as coisas com o olhar, é visionar num sentido mais profundo, é a forma de encontrar o lado oculto das coisas, é estabelecer uma relação como oculto e de prestar de uma certa forma, um culto.
Culto esse que a Obra de Jayr Peny remonta simultaneamenteàs raízes do paganismo e do sentido cristão. Há uma força invulgar de vitalidade na Obradeste artista que se manifesta na impetuosidade, na precisão do traço e na espantosa euforia da cor, conciliando, de um modo equilibrado, o racional e oirracional, indo mais longe ao pretender geometrizar o não geométrico numa dialéctica do esforço, racionalizar o irracional.
Há na sua Obra dualidades fundamentais que se exprimem pela analogia, como se pretendesse recuperar o mito do andrógino; dualidades como obom e o mau, o preto e o branco, o claro e o escuro, o macho e o fêmea à maneira da Tábua Pitagórica dos pares de opostos.Procura em larga medida não apenas explicitar o implícito mas deixar uma imagem de ambiguidade nas coisas, nos gestos, nas ideias que se pode traduzir pelo implícito de explícito, o que resta como resíduo e é fundamental para a compreensão do mundo, dos sentimentos, dos conceitos, porque a razão para Jayr Peny é uma razão com alma como diria o grande filósofo português Álvaro Ribeiro.
Jayr Peny domina a pintura, não se deixa dominar por ela. Há uma base de autonomia na sua Obra que sofre por vezes influências de Portinari, Almada Negreiros e, num sentido mais longínquo, do sempre omnipresente Picasso.
Cultiva um “geometrismo figurativista” quebrando a rigidez das rectas com a sinuosidade das curvas, opondo o drama ao lirismo revelando deste modo ainda essa sua dualidade fundamental que se manifesta nas suas figuras quase que andróginas,numa Obra plena de sensualidade e poesia que a todo o instante se reafirma num autêntico e fecundo esforço de viver, ou para repetir as suas próprias palavras: «Para o artista, não importa morrer, o que realmente importa é tentar continuar vivo».

FERNANDO MONIZ LOPES
Critico de Arte

quarta-feira, abril 1

Trajectos do Sentir I - MHelena Lima

Exposição Individual de Pintura

«Trajectos do Sentir I»

MHelena Lima
de 04 a 17 Abril

MHelena Lima, nasceu e vive em Portugal, expressa-se como Pintora há trinta anos, frequentou cursos na Fundação Calouste Gulbenkian, Sociedade Nacional de Belas Artes de Lisboa e Centro de Comunicação Visual Arco.

Recebeu muitos prémios internacionais, ao longo de sua carreira, e tem realizado dezenas de Exposições na Europa e nas Américas.

MHelena Lima expressa nas suas Obras os Sentimentos inerentes ao Ser Humano, para além da forma, da cor e da materialidade, poderemos olharmos as suas Obras com os “OLHOS” do coração e do intelecto e nos apercebermos dos sentimentos assinalados em cada pincelada.

Concentra expressão pictórica criativa, poética, inventiva, afectiva e crítica inerente aos fluxos da vida dos seres humanos, onde podemos sentir a diluição entre Arte e a Vida.

MHelena Lima através de suas Obras nos leva a reflectir sobre a importância que a Arte pode ter enquanto pedra fundamental do questionamento humano; vindo assim a constituir um património comum e inalienável da humanidade...”

Geni Settanni - Curadora

segunda-feira, outubro 6

Exposição de Pintura: Zé Neto, Antonieta Castro & Jorgemiguele

Convite
Os artistas e a Direcção da Galeria Geraldes da Silva convidam V.ª Exc.ª, família e amigos a visitarem a inauguração desta Mega Exposição, no dia 11 de Outubro pelas 17h.
De 11 Outubro a 06 Novembro

Zé Neto (1º Piso)

Antonieta Castro (R/ch)


Jorgemiguele (2º Piso)


Sobre os Artistas:

Zé Neto: O autor diz não se sensibilizar com a representação do visível, a bem do seguimento dos estilos - segundo as categorias e cronologias da História da Arte. Isso no seu entender exterioriza a humana “ilusão do querer”. Em alternativa importa-lhe pensar e plasmar no suporte a espontaneidade epistemo/ontológica que o espírito humano sente e pensa, como resultado da sua relação dinâmica com os sentidos. Para lá da convenção (pela apercepção da irrepetibilidade de cada momento/acontecimento) pretende explorar a estranheza psicológica advinda do espanto da irref(v)erência criativa. Assim apresenta algumas soluções que podem ser carinhosamente (ou não) entendidas como “empecilhos culturais”. Tal sentimento deve ser superado pela análise do pormenor. É que à imagem da nossa contemporaneidade globalizada, em primeiro lugar surge-nos a sensação de entropia informativa e é (a posteriori) nessa realidade, que a mente se organiza e busca o equilíbrio do seu mundo peculiar. Zé Neto entendo que a arte - como experiência fundamental - deve reflectir os processos da sua época. A essa atitude da consciência chama: arte contemporânea.
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Antonieta Castro: Se aguarela é transparência, as aguarelas de Antonieta Castro buscam exactamente a desconstrução da opacidade: as suas paisagens são brumas de cores, as suas figuras levitam, desenham atitudes de leveza. Por vezes, é apenas uma mancha de cores que toma conta do espaço, como um foco de energia que brota de um ponto e que cresce, à imagem do próprio Espaço, do qual somos ínfimas partículas. A energia que salta das aguarelas da Antonieta Castro é sempre positiva, é sempre solar, não fosse ela uma africana, moldada pelas cores da terra das savanas, pelo sol dos trópicos e pelas brisas do Índico.
MANUELA OLIVEIRA 3 de Dezembro de 2007
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Jorgemiguele: Nasceu , a 1 de Novembro 1962 , natural de S.J.Madeira .Desde cedo que se interessou pelas Artes, mas só em 1980 passou a frequentar o Atelier de Pintura do Mestre Alfredo Silva , onde inicia a sua actividade de pintor , a partir dai vê na pintura uma forma de passar uma mensagem de alerta sobre as atrocidades a que este Mundo está sujeito.Numa procura incessante de novas técnicas e estilos, continuará sempre a tentar descobrir a melhor forma de tocar nos sentimentos de cada pessoa que aprecie a sua obra e convicto de que a Arte é um bom meio para o fazer. Membro da ANAP.

terça-feira, agosto 19

Exposição de Pintura Colectiva- "Da galeRia" João Duque e Geraldes da Silva




















::Exposição de Pintura ::

Geraldes da Silva

"Sonho"_ Aguarela

"Vidas"_Aguarela

segunda-feira, maio 12

Agrigento Arte - Colectiva Italiana

Exposição Colectiva de Pintura Italiana


“Agrigento Arte”


de 10 a 20 de Maio de 2008

Rua Santo Ildefonso, 225/229
4000-470 Porto
Perto do Coliseu (entre o Largo do Padrão e Praça dos Poveiros)

Horário: 2ª-feira a Sábado das 10h às 13h e 14h30 às 19h

E-mail:
geral@geraldesdasilva.pt

terça-feira, abril 8

Maria Lúcia Panicucci - Exposição de Pintura

EXPOSIÇÃO DE
PINTURA BRASILEIRA
Horário:
Das 10H00 às 13H00 e das 14H30 às 19H00 (Seg a Sáb)
Visões de São Paulo
Com 11 milhões de habitantes no município e 20 milhões na região metropolitana, São Paulo é a maior cidade do hemisfério sul e uma das maiores do mundo.Em sua malha viária, de aproximadamente 15 mil quilómetros, é intensa a circulação de pessoas e a movimentação de mercadorias que compartilham, necessariamente, o mesmo espaço urbano.É impressionante como a cidade vibra.Nela são comuns os estabelecimentos comerciais que funcionam em horários expandidos e até alguns que não fecham nunca suas portas.A vida cultural é intensa em São Paulo.Apesar de seus problemas, decorrentes da concentração humana e do excesso de veículos, seus habitantes gostam de viver nela, apreciam seus bairros, parques, ruas, avenidas e praças, até alguns de seus disparates.Sem a poluição visual que agredia os olhos da população, a cidade ficou melhor.Entre as pessoas que vêem com olhos amorosos a cidade de São Paulo está a pintora Maria Lúcia Panicucci. Arquitecta de formação e dirigente de uma empresa da área da construção civíl em São Paulo, quando aderiu à pintura, na segunda metade da década de 90, elegeu a paisagem urbana de São Paulo como seu leitmotiv.Ela, que contribui com seus projectos para a construção de uma nova cidade é atraída frequentemente em suas pinturas por edificações mais antigas, no estilo neoclássico e suas diluições, trazido ao Brasil, por ordem de D. João VI, pela Missão Artística Francesa, que chegou ao Brasil em 1816, trazendo entre seus profissionais especializados o arquitecto Grandjean de Montigny.Este estilo, que se estabeleceu inicialmente no Rio de Janeiro e outras capitais litorâneas, logo se espalhou por outras cidades brasileiras.Mas, em última análise, o que atrai mesmo Maria Lúcia Panicucci são os grandes espaços urbanos e os grandes espaços internos.A série exposta na Galeria Geraldes da Silva inclui duas panorâmicas do centro antigo da cidade, que se formou em torno do Pateo do Collegio, construído pelos jesuítas portugueses no local em que foi celebrada a primeira missa na cidade e que hoje abriga a cripta do Pe. José de Anchieta.Inclui ainda outra panorâmica, da Praça Nossa Senhora Aparecida - padroeira do Brasil - localizada no bairro de Moema, de formação bem mais recente.Ainda no centro histórico, Panicucci recriou o Vale do Anhangabaú, hoje um enorme calçadão arborizado sobre um entroncamento rodoviário, com o tradicional Viaduto do Chá ao fundo.A área, no primeiro quartel do século XIX, era uma chácara pertencente ao Barão de Itapetininga e, posteriormente, à Baronesa de Itu.Voltando para trás seu ângulo de visão, ela pintou o belo Viaduto Santa Ifigênia, localizado no mesmo vale, construído entre 1911 e 1913 com projecto italiano e materiais belgas.Ainda no centro antigo da cidade - que a Associação Viva o Centro luta para reintegrar à vida social e económica da metrópole - ela deu nova vida pictórica, no Largo São Francisco, à Escola de Comércio Álvares Penteado, e a um interior da monumental Faculdade de Direito, também conhecida como "As Arcadas", criada por lei imperial poucos anos depois da independência do Brasil e destinada inicialmente a formar governadores e administradores públicos.Trata-se de uma bela pintura, que capta a luz filtrada que entra no grande espaço interno pelas portas encimadas por arcos criando um clima de paz e reflexão, em contraste com a agitação que se sabe existir lá fora, no largo em que o prédio se encontra, e que abriga também, paradoxalmente, dois oásis de tranquilidade: o Convento de São Francisco e a Igreja da Ordem Terceira da Penitência.Dando preferência ao centro, ela pintou também, por fora e por dentro, a Catedral Metropolitana da Sé, um dos cinco mais importantes templos góticos do mundo, inaugurada em 1954 durante o quarto centenário de São Paulo.E afastando-se um pouco da Praça da Sé, marco zero da cidade de São Paulo, ela recriou o Museu do Ipiranga, hoje Museu Paulista e integrado à Universidade de São Paulo, construído às margens do rio Ipiranga, onde D. Pedro I, em 7 de Setembro de 1822, proclamou a independência do Brasil.De modo geral, a pintura de Maria Lúcia Panicucci é harmoniosa, não estabelecendo contrastes fortes de cor; é diluída, quase imaterial, sensível, emocional.As formas são frequentemente delimitadas, mas de forma suave, baixa, agradável à vista. Sua pintura está mais para uma música de câmera do que para uma sinfonia.

Enock Sacramento
Membro da Associação Internacional de Críticos de Arte, Paris
A Direcção da Galeria Geraldes da Silva em conjunto com as organizadoras / curadoras Maria dos Anjos Oliveira / Tânia Sciacco e a artista Maria Lucia Panicucci, convidam Vª Ex.ª, família e amigos a visitarem a Exposição de Pintura cuja inauguração terá lugar na Galeria Geraldes da Silva na Rua de Santo Ildefonso, 225/229, no dia 12 de Abril de 2008 (sábado) pelas 17H00.

terça-feira, março 11

Exposição «Origem e Destino» de 07 a 27 Março 2008

A Direcção da Galeria Geraldes da Silva e a FinArtGallery, convidam Vª Ex.ª, família e amigos a visitarem a Exposição de Pintura, Escultura e Fotografia «Origem e Destino» que estará patente na Galeria Geraldes da Silva, de 07 a 27 Março 2008

Rua Santo Ildefonso, 225/229
4000 – 470 Porto
(Entre o Largo do Padrão e a Praça dos Poveiros. Perto do Coliseu do Porto)
(between Largo do Padrão and Praça dos Poveiros. Close to the Oporto Coliseum)

Tel. 968 999 197 / 223 403 906

Horário: Segunda-feira a Sábado – 10h às 13h e 14h30 às 19h
(Opening hours – Monday to Saturday- from 10am to 1pm and 2:30pm to 7pm)

E-mail:
geral@geraldesdasilva.com

segunda-feira, fevereiro 4

Exposição de Pintura: «Falco Oport-uno» de Joaquim Falcó de 09 a 29 Fevereiro 2008

CONVITE
A Direcção da Galeria Geraldes da Silva e o artista Joaquim Falcó (Espanhol), convidam Vª Ex.ª, família e amigos a visitarem a Exposição de Pintura cuja a inauguração terá lugar na
Galeria Geraldes da Silva, sito Rua de St.º Ildefonso, 225/229,
no dia 09 de Fevereiro 2008 (sábado) pelas 17H00.

Com a participação dos seguintes artistas (espanhóis):
Rosiano (1º Piso)
Emilio Romero, Alejandro Tosco, Pablo Martin (2º Piso)

Tel: 223 403 906 / 968 999 197

quarta-feira, janeiro 9

Exposição de Fotografia de 05 a 31 Janeiro

Luís Coelho

“A long journey into the deep red”

Este trabalho marca o início de uma colecção que nomeei de: “A long journey into the deep red”, cuja finalidade é guiar o espectador numa experiência que o conduza até ao seu próprio mundo imaginário, sendo o meu trabalho o seu cenário de fundo.

Por esse motivo a minha obra não aspira representar nenhum objecto nem passar nenhuma mensagem especifica, pretendendo somente captar a atenção do espectador e levá-lo a descobrir em cada imagem a sua interpretação pessoal, como quem olha para o céu e em cada nuvem vê algo de diferente da pessoa ao seu lado. Esta intenção foi alcançada através de um longo processo de exploração de diversas técnicas e de sobreposição de técnicas, muitas vezes de forma empírica, procurando tirar o melhor partido da fotografia digital com o intuito de criar imagens flexíveis que permitam múltiplas interpretações.

Nesta primeira mostra apresento cinco séries: a primeira composta por quatro trabalhos sendo o primeiro de 120X60cm e os restantes três de 60X45cm. Na primeira série procurei criar uma síntese dos trabalhos seguintes logo apresento uma variedade formal grande, que joga com imagens compostas por explosões de cor e mancha, outras por linhas mais rígidas simétricas e assimétricas. A segunda série é composta por três trabalhos de 60cmX45cm que exploram composições radiais composta por linhas finas, em dois casos são dinâmicas e no trabalho central são estáticas. A terceira série é composta por cinco trabalhos de 120X35cm, estes exploram linhas verticais tirando o máximo partido do formato dos trabalhos. A quarta série é composta por quatro trabalhos de 60X45cm todos com uma forte centralidade e que procuram tirar o máximo partido das texturas. A quinta e última série é composta por dois trabalhos de 120X90cm ambos com uma forte centralidade e que tiram o melhor partido da sua dimensão proporcionando interpretações diferentes conforme a distância do espectador a obra.

quinta-feira, janeiro 3

Exposição de Fotografia de 05 a 31 Janeiro

CONVITE

A Direcção da Galeria Geraldes da Silva e os artistas Luis Coelho e André Oliveira, convidam Vª Ex.ª, família e amigos a visitarem a Exposição de Fotografia cuja a inauguração terá lugar na Galeria Geraldes da Silva, sito Rua de St.º Ildefonso, 225/229,
no dia 05 de Janeiro 2008 (sábado) pelas 19H00.



Rua Santo Ildefonso, 225/229
4000 – 470 Porto
(Entre o Largo do Padrão e a Praça dos Poveiros – Perto do Coliseu do Porto)
Tel: 223 403 906