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quinta-feira, novembro 12

Exposições de Pintura / Escultura

A Direcção da Galeria Geraldes da Silva, e os artistas Fernando Martins, Armando Martínez e Antonio López Cerezo convidam Vª Ex.ª, família e amigos para as Exposições Individuais de Pintura e Escultura, cujas inaugurações terão lugar, em simultâneo, nas instalações da Galeria Geraldes da Silva na Rua de Santo Ildefonso, 225/229, no dia 14 de Novembro de 2009 (sábado) pelas 17H00.



ANTONIO LOPÉZ CEREZO (Pintor e Arquitecto)

Cresceu com leite e óleos quase em partes iguais, formou-se entre ateliês de diversos artistas, gabinetes de arquitectos, a escola de Belas Artes de Madrid e a Escola Técnica Superior de Arquitectura, também de Madrid, onde se formou como arquitecto.

Desde o seu começo obteve distintos prémios e galardões, tanto em pintura como arquitectura (Círculo de Belas Artes – Monumento à Paz – Galeria Abril, Galeria Ansorena e Bienais Universitárias entre outros).

As suas últimas exposições individuais foram em Madrid : Galeria COAM (2005), e Centro Árabe-Sírio (2008) ; colectivas : Galeria Ángeles Penche (Madrid 2007), GóisArte (Portugal 2007,2008 e 2009), Oroso Artes (Galiza 2007 e 2008) e convidado no II Salão Internacional de Artes Plásticas (São João da Madeira 2009) e pela AAAGP (Associação de Amizade e das Artes Galego-Portuguesa) em “Toxos e Flores” Ferrol (Corunha).

Actualmente expõe em DadoDadá Club de Jazz (S. de Compostela) e prepara uma exposição para Madrid.

Durante os últimos anos, a sua actividade profissional densenrolou-se entre o seu gabinete de pintura e desenho, a preparação de alunos de belas artes e arquitectura, distintas colaborações em projectos arquitectónicos e o desenrolar do seu “ diko-mou”, a sua obra própria.


ARMANDO MARTÍNEZ (Escultura)

Nasceu em Hermida, na província de Pontevedra em 1955.

Aos 23 anos vem para Portugal, residindo em Coimbra durante ano e meio. Aí começa a trabalhar a Madeira, tendo sido apoiado por alguns amigos portugueses. Parte depois para Barcelona, Paris e Itália, reside durante 3 anos na Reggio Emilia e nesta cidade começa a ver o seu trabalho reconhecido.

Actualmente vive em Vigo depois de algum tempo em Edimburgo. Fez exposições individuais em Portugal, Espanha, Itália e está respresentado em vários museus de Itália e Portugal. O seu nome encontra-se referenciado numa imensa bibliografia.

(…) a dureza do granito ou a macieza da Pedra de Ançã e da Madeira, mais não são que pré-textos onde Armando Martinez inscreve com precisão e obstinação um texto com as regras essenciais da sua gramática escultórica… Os seus trabalhos, geralmente, sao esculpidos no local onde vao ficar. A pedra é colocada em bruto e, a partir de esboços, a obra surge depois de dias, semanas e até meses de labor, no local e ao vivo. Martinez é o escultor galego com mais obras em espaços públicos em Portugal.


FERNANDO MARTINS (Pintura / Escultura / Cerâmica)

- Nasce em Vale de Canas, Coimbra em Fevereiro de 1957

- Expõe regularmente desde 1986:
* Portugal, Espanha, Bélgica, Holanda, Escócia.

- Escultura Monumental:
- Miranda do Corvo (2); Coimbra; Oliveira de Azeméis (co-aut.); Barreiro; Loriga; Alvoco da Serra; Penha Garcia; Massamá, Sintra (Portugal). Pontevedra; Sigueiro-Santiago de Compostela; Tui (Espanha);

Colaborações:
-Monum. Inês de Castro-Montemor-o-Velho
-Monum. Solidariedade-Góis
-Monum. Cabouqueiro-Ataíja de Cima.

- Painéis de Azulejo em diversas instituições públicas;

- Capas para edições literárias;

- Guarda-roupa e adereços para produções teatrais.

sexta-feira, julho 3

Exposição de Pintura & Escultura "Factory"

Exposição d e Pintura & Escultura

FACTORY by L’Agenzia di Arte

De 04 a 31 de Julho 2009






terça-feira, março 3

Pool Art Fair_Exposição Colectiva de Arte Espanhola

Pool Art Fair

Exposição Colectiva de Arte Espanhola
de 02 a 28 Março 2009












segunda-feira, maio 14

«Retrospectiva» de Paulo Nascimento. Exposição de Pintura e Escultura

O Polvo

Landscape

Enfim só


Coelhinha

Caverna


Corrente Eléctrica (Faísca)



Espaço na Arquitectura
“Please … don’t look back”!
A propósito de 20 anos da pintura de Paulo Nascimento

A pintura de Paulo Nascimento tem uma memória e um nome: pintura abstracta ou não-figurativa. Normalmente, de pintura abstracta todos nós, e hoje mais do que nunca, tomamos como dado adquirido que também nós a conseguimos fazer, porque ela é mais fácil, que também nós a percebemos, porque ela é aquilo que nós quisermos, que também nós a podemos banalizar. Mas afinal o que foi a pintura abstracta ou não-figurativa?!
A pintura ocidental conheceu com a invenção da perspectiva linear, durante o período do renascimento italiano, uma revolução civilizacional que se resume numa possibilidade inédita de um Homem moderno dominar em absoluto a representação do espaço em pintura. Muito mais tarde, durante o nosso periférico sec.XIX, o advento tecnológico que revolucionou o mundo da imagem, foi a descoberta da fotografia que criou a possibilidade inédita, de um Homem moderno dominar o tempo na representação espacial. Mas se a fotografia é por natureza tautológica e foi nas suas origens curiosamente uma arte menor à qual exclusivamente os ricos se dedicavam, a pintura, a partir da invenção e evolução da máquina fotográfica, nunca mais voltou a ser o que era e a poder ser igual a si mesma, para sempre. Era ela, a fotografia, que conseguia retratar o Homem contemporâneo do sec.XIX e não a pintura. Somente ela tinha esse poder em ser tempo e o tempo do devir de um Homem em crise. O que a pintura fez, foi uma “impressão ao pôr-do-sol”, nascendo o Impressionismo na sua história, fascinado com o efeito da luz e do tempo na representação em pintura. A história da pintura Moderna, tinha acabado de lançar o seu primeiro dado. Ela iria ser a história de uma pintura em primeiro lugar, em persistente afirmação de uma identidade autónoma e singular para a pintura, a história de uma consecutiva afirmação do seu meio que não mais queria imitar, iludir ou encantar, que queria ser pura e concreta. O outro passo imprescindível a considerar, é a ruptura conceptual, exclusivamente pictórica, que o Cubismo efectuou na alvorada do séc. XX em Paris. Tal como a perspectiva linear, o Cubismo transformou a pintura num processo de conhecimento da realidade visível, mas pretendeu substitui-la por uma meta- perspectiva pictórica do mundo. Tal como a fotografia, o Cubismo pretendeu ser tempo na pintura mas não conseguiu ser cinema. Da construção de um espaço total cubista na representação pictórica, Braque e Picasso aperceberam-se que o feitiço se tinha virado contra o feiticeiro. Aquilo que originalmente se baseava numa super proposta de olhar para realidade do mundo, transformara-se numa proposta intransitiva de apresentar a realidade do mundo. Os outros não a percebiam, não reconheciam a realidade visível dessa pintura, achavam-na abstracta. Conscientes desse desfasamento entre objecto do mundo real e visão cubista do mundo real, o Cubismo adoptou uma estratégia de reaproximação do real, com a utilização do objecto ou do pastiche do objecto nas suas composições. Entrávamos agora naquele que viria a ser o último período do Cubismo, o Sintético, tendo-se acabado de inventar uma nova técnica para a pintura ocidental, a colagem. Por intermédio do quadro objecto, até o espectador mais preguiçoso e refractário, tinha oportunidade de ver o motivo no ecrã cubista. Mas precisamente onde o cubismo de Braque, Picasso e Juan-Gris parou, outros daí começaram. Não só Delaunay, Léger, Gleizes e Metzinger, mas essencialmente noutras latitudes, mais a norte e a leste de Paris, onde indubitavelmente a abstracção em pintura veio a confirmar-se. A influência do Cubismo no desenvolvimento da pintura de Mondrian (Piet) foi claramente assumida pelo próprio enquanto processo metódico para a evolução do seu trabalho. Para o caso Russo, Malevitch (Kazimir) tornou-se mais referencial e eclética, como o seu período cubo – futurista nos convida a ensaiar, o salto niilista da superação da própria pintura, de um quadrado preto sobre fundo branco. Por fim, para o outro Russo embora mais europeu, Kandinsky (Wassily), o Cubismo e as suas consequências não passaram de uma justificação que legitimou artisticamente uma prospecção individual da abstracção em pintura, principalmente iniciada pelo Expressionismo alemão, a arte popular russa e pela inspiração da música. Todos eles, cada um pelo seu próprio caminho, chegaram ao “novo continente” e nele descobriram, cada um pelo seu próprio meio, coisas distintas. Mondrian, uma ética teosófica pela prática programada da pintura; Malevitch, a utopia de um Homem novo, no qual a sua Rússia acreditava; Kandinsky, uma necessidade interior, e um futuro para a pintura. Entretanto, o modernismo enveredava por outros caminhos e para alguns a forma abstracta na pintura tinha morrido ou teria que ser convertida em utilidade: em design ou arquitectura. O movimento de vanguarda Holandês, De Stijl, propunha a dissolução do seu estilo pictórico no espaço real, a pintura desprendia-se do seu suporte histórico e passava a ser o mundo concreto e o quotidiano em que se vivia: uma cadeira, uma sala, uma casa, uma cidade. A arte pela arte, jamais faria sentido numa Rússia empenhada numa revolução socialista, que foi numa primeira fase com o Construtivismo uma revolução ao serviço da arte. Tratava-se de uma arte que fosse sempre até na sua expressão mais simples, uma obra que comunicasse uma ideia simbólica de monumento, que fosse sempre, criação da célebre fórmula construtivista: utilitarismo + representatividade. Na escola da Bauhaus (casa da construção), a pintura concreta, abstracta ou figurativa mais não era que uma entre as outras artes, que concorria para uma síntese das artes no seu projecto social democrata para a indústria produzir objectos de qualidade, com conforto, funcionalidade e rigor estético. Marcel Duchamp, despedia-se da pintura por a considerar demasiado retiniana. Ora já a pintura durante o início da primeira metade do séc.XX fora renegada a uma condição de inutilidade social, de futilidade burguesa ou superficialidade artística quando, e ainda por cima, a chaga Dada nos vociferava que estava tudo errado, não só a pintura de vanguarda, mas todo o destino da cultura ocidental, o seu Homem e a sua arte. E eles tinham razão, porque vinte anos passados a Europa produziu uma das maiores tragédias da história da Humanidade, a segunda guerra mundial. Doravante, nada seria como antes. No mesmo ano em que a segunda grande guerra termina na Europa, 1944, morreram Kandinsky e Mondrian nas cidades onde escolheram viver em exílios forçados, o primeiro em Paris e o segundo em Nova Iorque. Estas duas cidades estão na origem do eixo transatlântico da arte moderna. Malevitch, provavelmente o primeiro pessimista entre os três, já tinha sido sepultado numa campa que ele próprio projectou adornada por uma réplica de um quadrado preto sobre fundo branco (com o seu próprio moderno ícone russo). Mas o que morreu com estes homens, não foi só a grande guerra que acabou, com eles também morreu uma determinada utopia e com eles também morreu um Homem universal, pleno de responsabilidade das suas faculdades racionais, da sua técnica, da sua ordem intuitiva e da crença de um progresso generalizado por todos. Morreu também, então uma ideia de destino da humanidade, que perante uma outra condição e um outro meio, teria que ser agora reinventado com sensatez. Todo o mito premonitório de um Homem novo e de um mundo novo, com o qual a abstracção em pintura se tinha condensado até então, anunciando-a como uma nova imagem do mundo: implodiu! Onde estava o Homem que estes pintores visionários, nos davam a ver através da sua pintura durante o terror do holocausto (?), no rescaldo da bomba sobre o Japão (?), na contagem de um rol interminável de vitimas de um conflito que tinha dilacerado uma Europa (?), que se redescobria em destruição e culpa, que se revia numa paisagem de cinzas, ruínas e odores petrificados. Não foi Deus que se esqueceu do Homem durante este período, foi sim, o Homem que se esqueceu da poesia. E a poesia foi a saída que um grupo de pintores que trabalhavam em NY na pós-guerra, alcunhados como “The Irascibles”(os irascíveis), escolheu para enfrentar aquilo e somente aquilo que sobrou, o drama. O eco de “o grito” de Munch, tornara-se ensurdecedor quarenta anos mais tarde e fazia ranger agora todo e qualquer ângulo recto que o modernismo em pintura tivesse criado e nele depositado, como depositou, a sua utopia. A abstracção em pintura na pós-guerra teria que ser uma pintura trágica. No lugar de uma pintura que nos tinha apresentado a utopia, apareceu uma pintura do corpo em acção. O invisível deu lugar ao incognoscível, a razão deu lugar à fatalidade. O movimento da história da pintura moderna, que se conhece universalmente por Informalismo é o seu principal representante de vanguarda neste período compreendido entre a pós-guerra e a década de sessenta. A pintura Informal não impõe nem uma forma, nem um conteúdo inteligíveis, unívocos ou indeléveis (in-forme) porque o Homem dessa pintura era um Homem angustiado, irracional, desesperadamente romântico. A estética da imanência desta pintura é resumidamente uma estética de uma beleza fatal, de uma relação física com a escala do quadro, da sensação pelo campo da cor e da forma acidental e/ou desfigurada. Não radicaliza a pintura através de uma visão ideal e utópica, mas radicaliza-a através da dimensão do campo visual do espaço pictórico, intimidativamente grande, tal como o medo que a experiência do sublime provoca. Esta pintura tem três tendências fundamentais: a pintura sígnica, a gestual e a matérica. Conhecem-se práticas simultâneas destes três tipos ou práticas isoladas de cada uma delas. Nos Estados Unidos da América uma das costas, a oeste, virava-se para o Japão e a outra para a Europa. Ambas contribuíram na afirmação do modelo liberal, de um individualismo Norte-americano vitorioso, no desfecho da segunda guerra mundial. Os Estados Unidos da América, tinham pela primeira vez na sua história, oportunidade para se afirmarem como uma potência cultural, num mundo bipolarizado pelo conflito da guerra-fria. E conseguiram, de ali passaram a vir novos artistas mitos para a história da arte contemporânea: Jackson Pollock, o anjo negro do dripping (da pintura aérea), Andy Warhol, o dandy pós-moderno. Nova Iorque tinha socorrido a maioria dos artistas modernos europeus e devido a esse contexto sócio-cultural, estava prestes a se afirmar como o maior actual centro artístico do mundo. Entre muitos deles, encontrava-se André Breton e o Surrealismo sobrevivente. Para a escola de NY (do expressionismo abstracto), ele contribuiu com a sua ideia de super homem surrealista e com a sua estratégia estética de automatismo psíquico, por outro lado a abstracção lírica e gestual de Kandinsky é adoptada como a linguagem de toda uma nova geração de pintores abstractos, postumamente divulgada em NY por um pintor alemão, chamado Hans Hofmann. Durante toda a década de cinquenta, a imagem da abstracção em pintura de vanguarda, nas culturas ocidentais ou em via de ocidentalização, como no caso do Japão, era a deste género e esta é a principal referência artística para a pintura de Paulo Nascimento que nos é apresentada nesta exposição (o seu modelo é mais norte americano, do que europeu (Tachisme)).Como podem reparar, ela respeita a inscrição sígnica, a empatia psíco-físico do gesto libertário, donde se poderá configurar uma forma em aberto ou uma desfiguração selvagem também experimentada na escultura de talhe directo na madeira (movimento Cobra, Copenhaga, Bruxelas, Amesterdam) assim como o devir e expansão da matéria, sugerindo que o quadro tem vida própria como se de uma pintura involuntária se tratasse. Mas ela também, utiliza meios mecânicos de prática pictórica, o que nos remete para outros pintores Norte americanos contemporâneos da escola de NY, que se insurgiram contra esta corrente dominante como Robert Rauschenberg e Jasper Johns. O primeiro é responsável por um dos momentos críticos da historia da arte moderna, ao eliminar com uma borracha um desenho original de Willem de Kooning “Apagado de um Kooning” (1953); o outro substitui esta pintura heróica do expressionismo-abstracto por uma pintura da imagem de três bandeiras Norte Americanas sobrepostas em alto relevo. Dentro em breve um outro espectador passou a ser convocado por uma outra pintura produzida pela “popular art”: o espectador romântico foi substituído pelo espectador social. Quais são as condições de existência de um espectador contemporâneo para olhar a pintura de Paulo Nascimento hoje, aqui e agora? Em que medida é que o nosso olhar está saturado de imagens?? Somos nós máquinas desejantes??? Jackson Pollock (1912) em 11 de Agosto de 1956 enquanto conduzia o seu carro, despistou-se e embateu violentamente contra uma árvore, teve uma morte imediata. Na verdade, morreu como pintava: all over.
Pedro Cachapuz Porto, Maio de 2007

sexta-feira, março 2

Institucion Ferial de Monzón apresenta «Itinerancia Arteria 2007» de 03 a 31 de Março de 2007


Y mirando atrás vemos las tres ediciones de Arteria, las noches bohemias en la nave metálica, los certámenes de Arte Joven, los concursos escolares para los más pequeños, las esculturas del simposium que engrandecen nuestra ciudad, las exposiciones en Madrid, Agrigento, Caltanissetta…
Los lugares recorridos son diferentes a los que nos quedan por conocer pero poco a poco tenemos el orgullo de compartir la aventura con amigos, que hicimos tras un cuadro colgado en la primera Arteria, y nos ayudaron a formar un equipo, un grupo , un proyecto basado en la ilusión por comunicar y descubrir.
En Oporto cambiaremos los nombres de nuestros anfitriones, ahora se llamarán Joao, Dao, Abilio, Paulo, Balsa… pero seguro que reconoceremos en ellos a otros que antes nos han ayudado en el camino.
Cada vez somos más y cada vez tenemos mas ganas de colgar en paredes de otros países a modo de tarjeta de visita, luego queremos conocer la cultura, la música, la gastronomía, las costumbres de nuestros anfitriones.
Cuando no se han apagado en nuestras retinas los neones del S. Francesco de Asís, el colorido mercado de Caltanissetta, la Grecia que atesora Agrigento, el atardecer en el castillo de Delia, los sensuales valles de la Sicilia interior camino de Palermo, el dios Etna enmarcado por el Teatro de Taormina …hacemos el equipaje, cada vez más ligero, para encontrarnos en la desembocadura del Rio Douro con las luces de las bodegas de Gaia, con la Tour Eiffel convertida en Ponte de D.Luis, con un café tomado en el Majestic dejando atrás el mercado de Bolhao, con unas excelentes «tripas» o «francesinhas», preparadas por ejemplo en el Kinay, con los azulejos de S.Ildefonso, con la melancolía de la música en el Rívoli o con la última conversación en el Guarani escuchando los ritmos del Fado. Luego en Arteria, abriremos las puertas de nuestro Aragón querido a todos aquellos que nos han acogido en anteriores etapas, tendremos amigos de París, sur de Francia, norte de Italia, Sicilia, Portugal y artistas de Brasil, Argentina, Cuba, Ecuador…
Y el camino sigue, y quien sabe, quizás en el año 2008 podamos reunirnos en una fiesta del Arte, en una exposición universal.


Gorgonio Sanjuán Castán
Director-Gerente de la Institución Ferial


ARTISTAS:
Africa Navarro / Alberto Ros / Alejandro Cortés / Ana Isabel Acosta Velasquez / Ana Muñoz / Ana Rincón / Angela Ibáñez / Angela Julve Givanel / Arantxa Urdániz / Begoña Maza / Begoña Sopena / Carla Justine / Carmen Giménez Tovar / Carmen Mainar / Coral Torrents / Divina Sabaté / Dori Serrano Otal / Emilia López Gimeno / Eugenio Pozo de los Santos / Fermín de Bedoya / Fernando Llorente Artigas / Francisco J. Marco / Isabel Díaz / Isabel Falcón / Isabel Miñana Serrano / Javier Urdániz / Jorge Freire / José Enrique González / José Luis Luna Lázaro / Julia Reig / Julio Cobo Puente / Katy Rocasolano Loriente / Leo Tena / Lola Catalá / Mª Angeles Alejaldre Casado / Mª Carmen Casas Gracia / Mª José Jiménez Usán / Mª Pilar de Miguel / Mª Rosa Gracia Gaudes / Mamen Domínguez González / Manuel Molano / María Jesús Benedicto Gil / Mariela G. Vives / Mario Bastor López / Miguel Angel Oliete / Miguel Sanza Pilas / Pablo Sampedro / Pedro de Miguel / Pepa Herrera / Teresa Chillida Higuera / Vicente Latorre


Rua Santo Ildefonso, 225/229 – Porto
Tel: 223 403 906 / E-mail:
geraldesdasilva@net.novis.pt
Horário: 2ª-feira a Sábado das 10h às 13h e das 14h30 às 19h

quinta-feira, março 30

de 1 a 30 de Abril de 06__ Camarro


ADÁGIO

A rosa da esperança
cai
sem abrir as pétalas
à cor púrpura do entardecer
e toco o sol
sem sentir
ainda jovem
a minha pequena glória

João Maria Nabais


«Na pintura de CAMARRO, surge-nos a expressão da Vida, na sua emotiva relação com o movimento e a luz. Os temas amor, mulher, música levam-nos ao mistério do inconsciente e ao sonho do Homem e do artista.»


«O pintor parece querer renovar a paleta de cores, assim como, com o seu traço expressivo romper os limites, as linhas e contornos das figuras. Há já uma técnica própria, densamente texturada, sombreada, mas rasgada por flashes de cores que irrompem como uma energia telúrica. As cores predominantes são o preto e castanhos. Tons escuros, traçados com azuis e amarelos e algumas vezes com pinceladas fortes de magentas e púrpuras.»


«É uma pintura de instinto, febril e nervosa, numa atitude expressionista da tendência psicológica e vulcânica do artista – um carácter visionário com as suas próprias preocupações intimistas da realidade humana, por vezes dramática, e de angústia contida.»


«CAMARRO com o seu estilo metódico descreve os elementos da realidade, filtrada pela sua memória e imaginário criativo.»
João-Maria Nabais, 25 de Janeiro de 1997

Exposições Individuais:

- 1989/1991: Moldarte Barreiro
- 1993: Vícios Bar
- 1994: Sala de Exposições da C.M.B / Camarro Galeria
- 1995: Casa da Cultura de Beja / Camarro Galeria
- 1996: Camarro Galeria / Biblioteca Municipal de Belém
- 1997: Galeria Municipal do Barreiro
- 1998: Centro UNESCO do Porto / Gal. Geraldes da Silva.
- 1998/9: Galeria Horas Límpidas – Porto
- 2000/1: Pó D´Ouro Galeria.
- 2001: Castelo Sotto Mayor – Espanha.
- 2002: Casal de Ferreirós / Espaço D´Árte Cangas – Esp.
- 2002-05: Antiquária Jaime Trigo - Espanha
- 2006: Galeria Geraldes da Silva, Porto.

Exposições Colectivas:

- 1986/7: Salão da S.N.B.A
- 1988 Barrind
- 1990/1991: Salão dos Sócios da S.N.B.A
- 1993: Aniversário CUP / Salão Inter. de Arte Postal
- 1994: 1º de Maio / 1º Salão Artesfera / St.ª Bárbara
Museum of California / Arte & Mar Galeria / Ninho
do Mocho Galeria / Camarro Galeria / CUP
(Projecto Jovens Solidários) / 2º Aniversário CUP.
- 1995: Ninho do Mocho Galeria / Camarro Galeria /
Novotel Setúbal (Galeria Inquisição) / Hotel
Templários - Tomar.
- 1996: Exposição Internacional (Convento do Beato) /
Galeria Fórum Barreiro. / Pintar Barreiro (SFAL).
- 1997: Góis Arte ’97 / Galeria Geraldes da Silva
- 1998: I Rotary Arte / Gal. D´Arte Santiago / Góis Arte
- 2000: Galeria Heras (Espanha) / Góis Arte
- 2005: Góis Arte / Casal de Ferreiros – Espanha